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28 Jan

A América Latina retrocede quase 30 anos em termos de pobreza extrema em 2021. 
O segundo ano da pandemia de Covid-19 fez com que a pobreza extrema na América Latina chegasse a 86 milhões de pessoas, mais cinco milhões do que em 2020 e o valor mais alto em 27 anos, apontou esta quinta-feira um relatório da CEPAL. A ajuda social diminuiu de mais de 89.000 milhões de dólares em 2020 para 45.271 milhões no ano passado, explicou o responsável, que apelou à "manutenção das transferências monetárias de emergência em 2022 ou até que a crise sanitária seja controlada". O relatório "Panorama Social da América Latina" estimou que a taxa de extrema pobreza cresceu de 13,1% para 13,8% em 2021, enquanto a pobreza diminuiu de 33% para 32,1%, atingindo 201 milhões de latino-americanos. O documento sustenta que a desigualdade aumentou entre 2019 e 2020, quebrando uma tendência de queda que vinha sendo observada desde 2002 e que na década de 2010 vinha perdendo progressivamente o ritmo

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