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25 Sep
  1. Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aumentou em 1 ponto percentual a taxa básica de juros. A Selic subiu agora e 6,25% atingindo o maior nível desde julho de 2019. De acordo com a autoridade monetária, a decisão se deu em função da preocupação com a elevação geral dos preços. Em agosto, segundo IBGE, a inflação de medida pelo IPCA registrou alta de 0,87%, a maior para o mês desde o ano 2000. Contudo, esse aumento não está relacionado ao crescimento da demanda interna.Nesse sentindo, a subida da Selic deve ter pouco impacto na inflação. E ainda deve trazer outras consequências negativas, esfriando ainda as perspectivas de retomada da economia, que foi abalada pela pandemia.

  2. Modelo ultrapassado

    Desde fevereiro, quando foi sancionada a lei que garante autonomia ao Banco Central, a autoridade monetária passou operar, em tese, a partir do modelo de “mandato duplo”. Além da meta de inflação, também devem “suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego”. Contudo, essas novas atribuições parecem não estar sendo seguidas à risca, ou até mesmo ignoradas, segundo Fausto.“Não é possível um país com quase 15 milhões de desempregados ter sucessivos aumentos na taxa de juros, aumentando o custo do capital. Durante a pandemia, estamos com uma quebradeira de empresas, que vão precisar de mais créditos. E o crédito fica mais caro. Além disso, o governo também subiu o amumento do imposto Tudo vai ao contrário das demandas reais para sair desse momento ruim que estamos vivendo”, 

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