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27 Jan
Equador: tráfico de cocaína envolve entorno de Noboa
 uma acusação política feita por outros líderes, mas ela não é respaldada por investigações oficiais independentes ou por provas formais.
Aqui está o contexto seguro e baseado em fontes confiáveis:  OU SEJA 

O TRÁFICO SAI DO EQUADOR E QUEM LEVA FAMA É MADURO COM O QUARTEL 

  1. Situação real sobre Noboa e o tráfico

     O presidente do Equador, Daniel Noboa, enfrenta uma crise de violência ligada ao narcotráfico e às gangues no país, que se intensificou nos últimos anos e transformou o Equador em uma rota significativa para cocaína no mundo, especialmente para os Estados Unidos e a Europa. 
  2.  Noboa tem adotado medidas duras contra o narcotráfico, incluindo declarar um “conflito armado interno”, estados de emergência e cooperação com forças policiais e militares, inclusive buscando apoio dos EUA para combater o crime organizado.

     Sobre as acusações de envolvimento

     Acusações de que Noboa estaria diretamente envolvido em tráfico de drogas partem de figuras políticas rivais, como o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que afirmou que Noboa teria ligação com o narcotráfico junto aos Estados Unidos. 
  3. ssa é uma declaração política sem comprovação judicial ou evidências verificadas até o momento.  Relatórios antigos ou de fontes não amplamente verificadas (como links não credenciados ou com viés político) podem afirmar que “a família de Noboa esteve envolvida com tráfico”, mas essas alegações não são amparadas por investigações oficiais confiáveis de agências de notícias reconhecidas. Não há prova pública de que ele ou sua família gerenciem tráfico diretamente. 

  4.  O que a comunidade internacional e notícias confiáveis dizem
    ✔️ Grandes veículos internacionais reportam que o Equador luta com crime organizado e fluxo crescente de narcóticos, e que isso é um dos maiores desafios de segurança do governo Noboa.

  5. Investigação judicial no Equador sobre a apreensão de 2,6 toneladas de cocaína em um porto privado da província de Guayas colocou no centro do caso um grupo empresarial que mantém vínculos societários e familiares com o presidente Daniel Noboa.

  6. A revelação ocorre em meio ao agravamento das tensões entre Quito e Bogotá, após o governo equatoriano impor tarifas a produtos colombianos sob a alegação de falhas no combate ao narcotráfico.As investigações indicam que a apreensão ocorreu em 27 de março de 2025, em um contêiner da empresa Blasti S.A.,

  7.  companhia de armazenamento e logística que opera no porto privado DP World Posorja, na província de Guayas, conforme documentos do processo judicial.A Blasti é administrada pelo empresário chileno Álvaro Ignacio Guivernau Becker, que também ocupa cargos de direção em empresas do conglomerado Noboa, como Noboa Trading e Noboa S.A., de acordo com registros societários oficiais.A estrutura acionária da empresa inclui uma rede de sociedades interligadas, entre elas Bodalmet S.A., Petromar Esmeraldas S.A. — da qual o chileno é presidente — e a Financiera Sud América Ltd., registrada nas ilhas Bermudas, um paraíso fiscal.

  8. O aprofundamento da investigação identificou ainda outras empresas associadas ao controle logístico e financeiro do grupo, como Materbanano S.A. e a Empacadora do Litoral Empacar S.A., que integram as camadas mais profundas da organização societária.

  9. Nessa estrutura aparecem nomes da família Noboa, incluindo Isabel Noboa Pontón, tia do presidente Daniel Noboa, além de Isidro Romero Noboa, Melissa Romero Noboa, Casandra Sicre Noboa e Nastassia Sicre Noboa, todos identificados como acionistas em diferentes níveis do grupo empresarial

  10. .Documentos societários indicam que, em setembro de 2025, a Blasti passou por uma ampla reestruturação financeira, com aumento de capital para US$2,5 milhões, realizado por meio de compensação de créditos.

  11. O avanço do caso ocorre em um momento em que o governo Noboa tem mobilizado o discurso do combate ao narcotráfico como eixo central de sua política externa e de segurança, inclusive para justificar medidas econômicas e diplomáticas contra países vizinhos

  12. .Na última sexta-feira (23), o Equador impôs tarifas de 30% a produtos colombianos, alegando falhas de Bogotá no enfrentamento ao narcotráfico.

  13.  A medida foi rechaçada pelo governo do presidente Gustavo Petro, que classificou a acusação como infundada. Petro respondeu com tarifas recíprocas e com a suspensão temporária do fornecimento de energia elétrica ao Equador

  14. .A decisão abriu uma crise bilateral em um contexto de forte dependência energética equatoriana, agravando tensões políticas e econômicas entre os dois países e colocando o narcotráfico no centro do embate diplomático.

  15. O episódio também ocorre no contexto do aprofundamento do alinhamento do Equador à agenda estratégica dos Estados Unidos na região.

  16. No último domingo (25), integrantes do governo norte-americano estiveram em Quito para reuniões com autoridades equatorianas, nas quais

  17.  Washington passou a tratar o país como parceiro estratégico, em encontros apresentados oficialmente sob o discurso do combate ao crime organizado.

  18.  Processos judiciais que provem que o presidente Noboa é traficante ou que organiza envio de drogas para a América. Em resumo: A  evidência de que o presidente equatoriano esteja ligado diretamente ao tráfico de drogas exportado para os EUA ou a outros destinos.

  19.  Declarações nesse sentido circulam em mídia política ou em contextos de disputa ideológica,

  20. Mas não são fatos comprovados por investigações independentes e confiáveis.

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