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15 Feb
  1. Marcelo Freixo quer governar Rio com neoliberal Arminio Fraga e com repressão policial “humanizada”

  2. A degradação das condições de vida da população do Rio de Janeiro já ultrapassou há muito tempo os limites de um problema regional. Desemprego, brutalidade policial, ataques aos trabalhadores e corrupção da casta política, para favorecer meia dúzia de empresários enquanto o povo passa fome, são os retratos de uma realidade que já existiam fortemente durante os governos petistas, mas que se agravaram muito com o golpe institucional e a ida de Bolsonaro ao poder.A contínua destruição das condições de vida do proletariado, do povo pobre e das classes médias baixas, seja através da precarização das condições de trabalho e desemprego, do custo caro para viver no Estado, do sucateamento dos serviços públicos e da ausência de estrutura para viver nos bairros pobres e nas favelas pode fazer parecer que qualquer mudança que tire o atual grupo de governo do poder será benéfico. Se aproveitando dessa situação,


  1.  Marcelo Freixo busca preparar um programa que agrade grandes capitalistas e empresários, sem sinalizar nenhuma mudança expressiva no histórico de ajustes contra o povo e da política repressiva do Estado.Freixo tem sinalizado abertamente em todas as suas entrevistas que tem buscado conversar com empresários e policiais. O vale tudo eleitoral de Freixo não vem de hoje mas há um pronunciado salto à direita. Freixo "dialogava com as instituições” disputando pelo PSOL. Agora ele dialoga diretamente com os capitalistas desde o início de sua campanha dentro do Burguês e golpista PSB. Seu programa ganhou contornos ao sabor do golpe institucional 

    Candidato com a benção dos banqueiros

    Armínio Fraga é referência do capital financeiro no que se trata de ajustes neoliberais: começou a carreira Wall Street e rapidamente virou agente das privatizações e da redução do poder de compra dos trabalhadores quando era Presidente do Banco Central durante a gestão de FHC, de 1999 a 1 de janeiro de 2003.

  2.  Defensor da autonomia do Banco Central, nas eleições de 2014 foi anunciado pelo candidato derrotado Aécio Neves como nome para o Ministério da Fazenda.Questionado sobre sua contribuição na elaboração do programa de Freixo, Fraga afirmou que não fará parte do governo estadual. O nome dos ajustes neoliberais, no entanto, está jogando alto: em outra ocasião, 

  3.  liberdade para implementar sua agenda econômica. Em um aceno tanto para Lula quanto para Bolsonaro, Armínio ainda criticou a atual gestão por não dar andamento às reformas administrativa e tributária. Depois do naufrágio com a tentativa de emplacar Luciano Huck como candidato, Fraga agora é recebido de braços abertos por Freixo.

  4. O programa de Armínio Fraga significa ataques aos trabalhadores, e é um aprofundamento do vale tudo eleitoral de Freixo. Se em outras eleições, pelo PSOL, Freixo acenou para banqueiros, hoje ele já é porta voz destes, abraçando o programa de ataques da direita tradicional. E Freixo faz isso em nome de uma frente ampla  

  5. .Com isso, o governo de Freixo propõe deixar intacta a obra do golpe institucional no Estado do Rio de Janeiro. Recentemente, criticou Claudio Castro não pela obra criminosa da privatização da Cedae, rifada pelo governador bolsonarista com ajuda do centrão, da Rede Globo e do PT, através de André Ceciliano, deputado estadual, presidente da ALE

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