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12 Sep
  1. AMESMO COM AS REFORMAS NADA ACONTECEU ,,no Brasil ficou em 14,1% no segundo trimestre de 2021, ou seja, atinge 14,4 milhões de brasileiros, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 31 de agosto.A taxa de informalidade foi de 40,6% da população ocupada, totalizando 35,6 milhões de pessoas. Os trabalhadores informais incluem os indivíduos sem carteira assinada, sem CNPJ ou trabalhadores sem remuneração.
  2. Por sua vez, o trabalho por conta própria, que inclui os chamados bicos, bateu recorde, atingindo 24,8 milhões de trabalhadores, o que corresponde a 28,3% de toda a população ocupada. Sete em cada dez novos postos de trabalho gerados no Brasil no último ano foram por conta própria.
    Esses dados vão de encontro com as metas DO TRBALHO DAS REFORMAS O que completou quatro anos em julho e tinha como principal promessa gerar milhões de empregos.
    "Setores produtivos, por exemplo, estimam que a modernização na lei trabalhista criará, a curto prazo, mais de dois milhões de empregos, sobretudo para os mais jovens", o então presidente Michel Temer (MDB) após a nova lei trabalhista entrar em vigor. Na ocasião, a taxa de desemprego era de 13%.


  • O que determina o nível de emprego na economia é a demanda da economia, se você tem uma economia mais aquecida, você vai gerar mais empregos. A reforma trabalhista não serve para gerar emprego, o objetivo dela é outro: é recompor taxa de lucro do capitalista em um momento de crise via intensificação da exploração laboral. É esse o objetivo da reforma trabalhista. Não tem nada a ver com gerar empregos", assevera.
    Para exemplificar o fracasso dessas políticas implementadas em 2015 e 2016, o pesquisador recorda que o momento em que o número de trabalhadores informais passa a ser maioria na economia é exatamente em 2016, durante a austeridade fiscal.
  • Crise dos informais

    Segundo o IBGE, o rendimento médio dos trabalhadores por conta própria no segundo trimestre de 2021 foi de R$ 1.828, bem abaixo da média do país, de R$ 2.515, e do trabalho com carteira assinada, que recebe média R$ 2.375.Além do baixo rendimento,  destaca que os informais possuem uma baixíssima e previdenciária, o que gera uma enorme massa de pessoas muito vulneráveis.
    "Isso se manifesta, por exemplo, em um cenário de pandemia. Quando você fecha o comércio, essas pessoas passam por uma situação de miséria absoluta porque elas dependem de sair de casa para trazer a comida do dia seguinte. Essas pessoas entram em uma situação de POBREZA E DE EXTREMA VULNERABILIDADE Se elas sofrem um acidente, elas não têm proteção trabalhista ou previdenciária", alerta.
    O desemprego de longa duração, quando a pessoa passa mais de dois anos direto procurando uma vaga de trabalho, também cresceu no último ano. A proporção dos que procuram uma vaga há mais de dois anos foi de 26,1% no segundo trimestre deste ano. O economista sublinha as consequências do desemprego de longo prazo."Hoje, 41% dos desempregados estão há mais de um ano nessa situação. Mais da metade dessas pessoas está desempregada há mais de dois anos […]. Do ponto de vista do trabalhador individual isso quer dizer que ele vai ter muita dificuldade de se realocar no mercado de trabalho, principalmente no mercado de trabalho formal. Há um processo de deterioração e depreciação da sua força de trabalho […]. Principalmente em uma fase de avanços tecnológicos muitos rápidos. Se o trabalhador que fica dois, três anos fora do mercado, ele terá dificuldade de voltar. Ele acaba se estabilizando no mercado informal, fazendo bico."
  • DOI O CORACAO ,,,


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