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11 Nov
  1. A MIDIA DIGITAL E PRINCILPALMENTE  A MIDIA ALTERNATIVA DA DIREITA E UM LIXO QUE ESPERA A VERBA PARA FAZER O SEU PAPEL DE CONTINUAR ILUDINDO O POVO A SERVICO DO BENEFICIO DAQUELES QUE ODEIAM O POVO BRASILEIRO 


  2. Quando falamos na sensibilidade continua da midia alternativa da esquerda a gente nao consegue ver esse aparato porque mesmo em linha divisiorias os dirigentes continuam com as mesma ideia da esquerda perfumada e moderada e liberal que serve aos imteresses ninguem quer ir descer o moro ela nao faz isso 

tudo por dinheiro e glamour o jornalismo brasileiro nao tem nada oferecer e sim destorcer e nuca consegui forma opinioes  tudo e interpertado ,,

O jornalismo tradicional perdeu o poder que tinha. E agora?

À esquerda ou à direita, a maior fonte de informação sobre política passou a ser os próprios políticos. Com isso, a sociedade só tem a perder ,,,

DAR VOZ À MENTIRA NÃO É IMPARCIALIDADE, É IRRESPONSABILIDADE

O trabalho do jornalista não pode se resumir ao de um mero interlocutor acéfalo; um reprodutor de declarações que simplesmente ouve o que cada lado tem a dizer para depois escrever: 
Fulano disse isso, Ciclano disse aquilo, sem qualquer tipo de triagem ou checagem da veracidade — ou, pelo menos, da plausibilidade — daquilo que está sendo dito. Para isso já existe a internet e o WhatsApp.Sempre ouvir os dois lados.
 Essa é uma das regras mais básicas do bom jornalismo; e ela faz todo o sentido. O papel do jornalismo é informar a sociedade dos fatos para que ela possa tomar decisões e formular suas próprias opiniões, da forma mais democrática e imparcial possível. Nesse sentido, é justo que todos os lados de um debate — sejam eles dois, três ou quatro — estejam representados na cobertura jornalística de um determinado tema.
Mas o que fazer quando um desses lados está sabidamente faltando com a verdade? Distorcendo, ocultando ou inventando fatos com o propósito de desviar a opinião pública da realidade?O jornalismo científico é especialmente sensível a essa questão, pois nenhuma atividade humana é mais apegada aos fatos do que essas duas: o jornalismo e a ciência.
 É um dilema que sempre existiu, pois nunca faltaram charlatões e mentirosos para contaminar o debate público, mas que se encheu de tentáculos nos últimos anos, e agora nada de braçada na onda das redes sociais.
Argumentos falaciosos, notícias falsas e teorias da conspiração que antes dependiam de uma transmissão boca a boca para se propagar, e dificilmente extrapolavam os limites da mesa de bar, agora viralizam quase que instantaneamente via internet e pelo “zap zap”, infectando a mente de milhões de pessoas, interferindo em processos democráticos, propagando falsas curas, aumentados o risco de epidemias e colocando em risco o futuro da vida na Terra — entre outras mazelas.
Ouvir os “dois lados” é necessário, sim. Sempre. Mas há um compromisso ainda maior do jornalismo, que se sobrepõe a esse e a todos os outros: o compromisso com a verdade. Não a verdade individual do jornalista nem a verdade individual dos seus entrevistados, mas a verdade dos fatos.Claro que essa “verdade” nem sempre é óbvia, muito menos cristalina, e é preciso cuidado para não cercear a liberdade de expressão nem desmerecer opiniões polêmicas, divergentes ou até mesmo incômodas.NO CASO DO PODER 360 E DO GAZETA DO POVO E NITIDO A SENSATEZ DE ARROGANCIA E PREPOTENCIA DE UMA CASTA QUE PASSA ODIIO E INTERPERTA PARA A SOCIEDADE A PURA MENTIRA DESTORCIDA COM VIEZ DE MUDANCA DE OPINIAO O NAO ACEITAVEL DA SOCIEDADE E MERA COENCIDENCIA E POR ISSO TRZEM O ODIO O FAKE NEWS TUDO A FAVOR DA MENORIA QQUE CONTROLAM O SITEMA E AN ACAO DEIXANDO O POVO SE CONSTRUCAO DE OPINIAO ,,
 Mas a busca da verdade deve ser sempre o objetivo principal a nortear o trabalho jornalístico. Informações, declarações e opiniões de veracidade duvidosa — ou que não podem ser imediatamente comprovadas, por qualquer motivo 
— podem até fazer parte do noticiário, mas devem ser sempre apresentadas de forma responsável e transparente, acompanhadas das devidas ressalvas e contextualizações


.Vejamos o caso das mudanças climáticas. Até que ponto o jornalismo deve dar voz aos chamados “céticos” ou “negacionistas” do aquecimento global? Será que toda reportagem sobre mudanças climáticas, para ser justa, deveria trazer o “outro lado” de algum cientista negando a existência do fenômeno? Não.LIXO PRECISA SER DESTRUIDOS 

LIXO CONTRA A  PROPRIA OPINIAO E A SOCIEDADE 

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