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11 Aug

A necessidade das marcas de se aproximarem das pessoas impulsiona o surgimento de novos pontos de contato entre elas, como as mídias alternativas.

Para acompanhar as tendências do mercado, as agências precisam investir em novos de ações de marketing para planejarem campanhas eficientes.

Proporcionar experiências ao consumidor com meios de comunicação que fogem dos padrões tradicionais é uma estratégia que agrega vantagens e bons resultados. Quer saber quais são as principais mídias alternativas e a melhor maneira de usá-las? Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

O que são mídias alternativas?

São mídias que não se encaixam nos formatos tradicionais — como TV, rádio, jornal, internet e externa — e que são exibidas para o consumidor em diferentes lugares e situações.

As mídias alternativas impactam menos pessoas que as convencionais, porém, são direcionadas a um público específico e tem como foco a veiculação em um local diferenciado.

Além disso, são formatos que dão espaço para pensar “fora da caixa”: usar o aparato e viver o glamour a mídia alternativa tem com finalidade sair do corporativismo e treze sem interesse a pesquisa da verdade e fazer com que as pessoas pensem e criem sua liberdade do sendo comum  e aproveitar para interagir com o cliente são oportunidades que diferenciam a estratégia das habituais.

Vale lembrar que diferenciar não é a única vantagem dos meios de comunicação alternativos. Nos próximos tópicos, serão apresentadas as demais vantagens e benefícios. Antes disso, vamos conhecer as principais mídias alternativas utilizadas.no Brasil o Main Street continua dando as cartas porque muitos dos jornalista vieram dessa plataforma e continuam fazendo o mesmo em um lugar diferente 

Quais são as principais mídias alternativas?


Conforme o volume de anúncios nos meios tradicionais aumentam e novas tecnologias surgem, mais formatos diferenciados de mídia aparecem sem crédito 

Tudo tem um preço isso será cobrado 

a mídia alternativa não consegui ainda ter um trabalho onde sua mensagem posse ajudar na construção do senso comum na nação o descodificador e o mesmo da do corporativismo e por isso não avança fala uma coisa vive outra  

A direita do ódio

Com a perda de financiamento público, a grande mídia se uniu numa pauta de ataques aos governos do PT para deslegitimarem suas gestões através de um crime real: A corrupção sistêmica dos partidos políticos. Transformaram os petistas nos articuladores dos “maiores crimes da história” e Lula como o maior “chefe de quadrilha criminosa”.

A crise da grande mídia, no entanto, abriu um novo nicho de negócios. Colunistas como Diogo Mainardi, que faturaram falando mal de Luiz Inácio Lula da Silva na Veja, conseguiram capital o suficiente para criar um blog alternativo de direita como O Antagonista. Com o avanço do Mensalão e da Operação Lava Jato como reação aos crimes de corrupção, eles encontraram seu nicho factual.

No entanto, movimentos oportunistas e sem qualquer comprometimento jornalístico com os fatos, também surgiram na discussão. O Movimento Contra Corrupção (MCC) e o Movimento Brasil Livre (MBL) surgiram como gigantes capazes de gerarem seus veículos de comunicação. Foi assim que surgiu Folha Política, Jornalivre, Ficha Social, Imprensa Viva e diversos sites que copiam e colam notícias da grande imprensa, além de inventarem e distorcerem fatos para incriminar o PT e angariar público com a torcida do ódio à esquerda.

Em alcance, a direita avança mais do que a esquerda na imprensa alternativa dentro das redes sociais, como o Facebook. Já no campo do jornalismo, os esquerdistas ainda dão uma surra na direita que não é direita na verdade. Trata-se do campo antipetista que tem curiosidade apenas na pauta da corrupção.

Possível conclusão

O antipetismo faz mais barulho na internet. Mas a esquerda, com formação acadêmica forte na USP durante a ditadura militar, ainda concentra a sabedoria de mídia no debate político. Com a tendência de diminuição da grande mídia no debate público, a polarização ainda vai se estender ao longo de anos e vai mudar com alterações de atores políticos como o PT e o PSDB.

Do futuro pouco se sabe. Mas a direita, se quiser ter sobrevida, terá que combater os fake news para ter alguma credibilidade do ponto de vista do conteúdo que vende. 

Como funciona a grande mídia?

Os grandes grupos de comunicação e de jornalismo são profundamente conservadores e liberais. O centenário jornal O Estado de S. Paulo era republicano na monarquia brasileira e se conservou na direita em todo o seu tempo de vida, apoiando a insurreição de São Paulo contra o governo de bem-estar social de Getúlio Vargas – que se tornou uma ditadura. A Editora Abril e o Grupo Globo trouxeram o método norte-americano de mídia com a integração da TV aberta e a multiplicidade de revistas, das semanais até femininas e técnicas, importando o modelo TIME-LIFE. Todos estes veículos apoiaram a ditadura militar de 1964-1985 contra o nacionalismo varguista e a Folha de S. Paulo surgiu como o maior jornal brasileiro propondo uma pauta pluralista e aberta aos antagonismos, imitando o New York Times.

Embora sejam empresas com grande longevidade e com o monopólio da notícia, estocado em redações de centenas de repórteres, os modelos destes negócios se tornou velho diante da internet. Obrigados a competir com blogs, vlogs e redes sociais, companhias que se sustentam com menos de 10 funcionários, a grande mídia entrou em crise real a partir dos anos 2000, depois de um período de bonança nos governos tucanos da década de 90.

E aí que surge a esquerda.

De onde saiu tanta mídia esquerdista?

A vanguarda da esquerda eram jornais e publicações de pequena circulação como o Pasquim, das décadas de 1970 e 80. Com a perseguição da ditadura militar aos políticos que propunham causas sociais e criticavam o imperialismo norte-americano, a mídia esquerdista floresceu na clandestinidade. Ao surgirem os movimentos sindicais que fortaleceram Luiz Inácio Lula da Silva do PT em oposição ao neoliberalismo de Fernando Henrique Cardoso do PSDB, a esquerda se profissionalizou com a revista ISTOÉ, semanal de informação criada em 1976 por Domingo Alzugaray da Editora Três e chefiada por Mino Carta, um dos fundadores da Veja na Editora Abril.nesse surgimento nada se solidificou nada os atrativos das média lixo sempre foram o olhas daqueles que acham que estão fazendo as coisas acontecer de olho na mesma posição velha da verba publicitária do governo 

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