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12 Nov

pediu que o procurador-geral da República, E pede ao. Augusto  Aras  se manifeste sobre um pedido de abertura de inquérito contra o presidente do Banco Central Campos Neto , e o sócio do BTG Pactual, O senhor Esteves . “Antes de qualquer providência, determino a abertura de vista dos autos à Procuradoria-Geral da República, a quem cabe a formação da opinio delicti em feitos de competência desta Suprema Corte, para manifestação no prazo regimental”, diz o despacho desta quinta-feira, 11. A ação foi protocolada no STF pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que pede que Campos Neto e André Esteves sejam investigados por um áudio vazado em uma reunião. Na ocasião, o banqueiro disse que foi consultado pelo presidente da Instituição do BC  a política monetária do país e o limite para a queda da taxa de juros. A entidade argumenta que “a conduta dos envolvidos é potencialmente lesiva à confiabilidade do mercado de capitais”. “O administrador pode consultar a sociedade sobre determinados temas sob seu cuidado, porém, nunca de maneira informal ou adiantando sua compreensão sobre eles para aqueles cuja atividade está diretamente implicada por suas decisões. Da mesma forma, não cabe ao administrador pedir aconselhamentos oficiosos daqueles cujas atividades são frontalmente afetadas por suas decisões”, diz a petição.

  1. A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste a respeito de um pedido de investigação formulado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) contra o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

    No pedido, protocolado ontem pela ABI no STF, a associação pede que seja analisado se Campos Neto cometeu crimes depois de vir à tona que o presidente do Banco Central telefonou para o sócio sênior do Banco BTG Pactual, André Santos Esteves, para consultá-lo a respeito da política monetária e do nível que ele considerava ser o menor possível para a taxa básica de juros,

    “O administrador pode consultar a sociedade sobre determinados temas sob seu cuidado, porém, nunca de maneira informal ou adiantando sua compreensão sobre eles para aqueles cuja atividade está diretamente implicada por suas decisões. Da mesma forma, não cabe ao administrador pedir aconselhamentos oficiosos daqueles cujas atividades são frontalmente afetadas por suas decisões”, disse a ABI no pedido de investigação.

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